martes, 9 de julio de 2013

Folheto de informação / Sensibilização

O projecto PIMPA entra agora numa nova fase,  depois de ter levado as questões da acessibilidade até às escolas, pretende agora chegar mais perto da comunidade, através dos Operadores de Comércio, Turismo e Transportes.
Para isso foi criado o folheto que pretende dar informações simples sobre o Decreto-Lei 163/2006 que define uma série de directrizes que pretendem tornar as nossas cidades mais acessíveis a todos.



Decreto-lei nº 163/2006




A acessibilidade pedonal ao meio edificado é uma das condições fundamentais para o usufruto da cidade, para a igualdade de oportunidades e para o pleno exercício de direitos de cidadania consagrados na Constituição da República Portuguesa.
A garantia de acesso crescente às estruturas permite a satisfação das necessidades dos cidadãos e deve ser um compromisso claramente assumido pelas entidades locais.
O Decreto-Lei n.º 163/2006, de 8 de Agosto, aprovou normas técnicas de acessibilidade, a cumprir nos espaços públicos, equipamentos coletivos e edifícios públicos e habitacionais. No entanto, os cidadãos tenham ou não mobilidade reduzida, deverão ter acesso a espaços públicos, equipamentos coletivos, edifícios públicos mas também ao comércio. Assim, poderão autonomamente realizar as suas necessidades.
De acordo com o decreto-lei, Cabe à autarquia:
• Adaptar o espaço público e os edifícios públicos municipais para a plena acessibilidade de todos;
• Assegurar o cumprimento das normas no projeto e construção de novos espaços públicos e de novas edificações municipais;
• Fiscalizar o cumprimento, pelos particulares, das normas aplicáveis aos edifícios e estabelecimentos abrangidos, quer no âmbito do licenciamento de operações urbanísticas, quer no âmbito do respeito pelos prazos definidos pela legislação para realização das adaptações nos edifícios existentes.
• Relatar a situação existente sobre o estado da acessibilidade pedonal, tendo por base os elementos recolhidos nas respetivas ações de fiscalização.
Mas esta é uma responsabilidade que está para lá das autarquias, todos nós devemos contribuir para um espaço acessível, com pequenas alterações podemos garantir que todos tenham acesso a serviços, comércio e à vivencia da comunidade.

Garantir a existência de um conjunto de requisitos para garantir a acessibilidade de todos a estes espaços é também um dos objetivos deste plano e por isso a elaboração do Plano Intermunicipal de Promoção da Acessibilidade do Alto Alentejo integra também o estudo da acessibilidade em matéria do edificado.